sexta-feira, 2 de setembro de 2016

LINHA DE VIDA: Muito mais complexo que parece ser.

Quatro consequências dos acidentes no ambiente de trabalho.



Atualmente, a maioria das empresas investe em treinamentos, mesmo que básicos, envolvendo segurança no trabalho. Isso porque, nos últimos anos, a expansão do acesso a informações tem sido cada vez mais dinâmica e rápida, o que contribui para que esse assunto ganhe maior importância e espaço na mídia, nos órgãos reguladores e fiscalizadores.
Como consequência, a sociedade se torna cada vez mais consciente e exigente quanto ao comportamento das empresas, e cobra que estas assumam seu papel social, tanto no âmbito ambiental, quanto ao que se refere ao bem-estar dos seus colaboradores, por exemplo, através do investimento em práticas seguras no ambiente de trabalho.
Devido à relevância desse tema, decidimos desenvolver este artigo que relata as principais consequências para uma empresa que não investe em práticas seguras no ambiente de trabalho.


Consequência do acidente para o funcionário


 Primeira consequência: lesão grave ou até fatal do colaborador envolvido no acidente.

Na ocorrência de um evento fortuito no ambiente de trabalho, o colaborador acidentado é o principal prejudicado. Dependendo do grau do acidente, ele está sujeito a sofrer ferimentos graves ou até perder a vida.

É de total responsabilidade da empresa, assegurar a segurança do ambiente de trabalho. Portanto, supõe-se que quando ocorre um acidente, a empresa não teve planejamento adequado quanto aos riscos existentes no ambiente, e/ou não executou as ações necessárias para garantir a segurança e fornecer a devida proteção aos seus colaboradores.

Outro fato recorrente é que os próprios funcionários, frequentemente, não dão a devida importância aos treinamentos. Desse modo, deixam de receber as informações necessárias para executar suas tarefas com segurança. E por consequência, durante a realização de trabalhos que os expõe a algum risco de acidente, agem de forma negligente.

É fundamental que ambos os lados, empresa e colaboradores, estejam conscientes do seu papel e de suas responsabilidades para que o ambiente de trabalho seja seguro e acidentes possam ser evitados.



Responsabilização do empregador




Segunda consequência: responsabilidade deposta sob a empresa quanto à ocorrência do acidente.
Em regra o empregador é o primeiro a ser responsabilizado quando ocorre algum acidente. Essa culpa posta sob as empresas está fortemente ligada à negligência e ao fato de muitas não disseminarem nem sancionarem políticas e práticas de segurança. Tal conduta é passível de punição legal conforme versam os artigo 186 e 927 do Código Civil de 2002:
 
  Art. 186: Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou   imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que   exclusivamente moral, comete ato ilícito.
  Art. 927: Aquele que, por ato ilícito (arts. 186 e 187), causar dano a outrem,   fica obrigado a repará-lo.

Para evitar penalizações, se faz necessário que a empresa se comprometa com a segurança e invista na proteção de seus colaboradores no ambiente de trabalho.
Quando falamos de investimento em segurança no ambiente de trabalho, estamos falando de equipamentos de segurança adequados e certificados, sinalização de riscos, treinamentos, mesmo que básico, e planejamento. No entanto, na ausência desses requisitos mínimos o empregador se torna responsável por não ter dado a devida atenção à segurança do seu funcionário.




Prejuízos e custos aplicados ao empregador


Terceira consequência: os custos do acidente para a empresa.
Uma vez comprovado que o acidente adveio da negligência exclusiva da empresa, está terá que arcar com todos os custos que resultam do fortuito. Alguns deles são: indenizações, ressarcimento à previdência, estabilidade ou rescisão do contrato de trabalho em caso de morte, além de possivelmente ter que responder por processo criminal.
Além desses custos que dizem respeito ao funcionário acidentado, outros custos também decorrem de um acidente. Como, por exemplo, um acidente durante uma obra em andamento pode provocar a paralisação e atraso da entrega desta.
Primeiramente, quando a empresa não está atenta quanto à segurança dos seus colaboradores, estes perdem a confiança, se sentem desmotivados ao realizarem seus trabalhos e fatalmente a produtividade diminui. No entanto, um funcionário motivado e confiante apresenta um resultado muito melhor para a empresa, consequentemente, os produtos e serviços gerados por eles apresentarão melhor qualidade.

No caso do trabalho em altura que envolve risco de queda, os custos no evento de uma queda acidental do colaborador caso a empresa não possua os devidos sistemas de prevenção excedem o valor do investimento nesse tipo de sistema, como a linha de vida para telhado, pontos de ancoragem ou trilhos de carga e descarga, entre outros.
Caso a empresa tenha sistemas de prevenção como o trilho de carga e descarga para caminhões quando um colaborador sofrer uma queda e o estiver utilizando, os únicos custos da empresa serão a inspeção do sistema e a substituição do trava queda retrátil.


Prejuízo à imagem da empresa


Quarta consequência: danos à imagem da empresa.
“Notícia ruim corre depressa
Nos dias de hoje, este ditado faz mais sentido do que em qualquer outra época.
Internet, revistas, mídias locais, mídias sociais... Você escolhe!

O fato é que um acidente de trabalho irá repercutir em todos estes veículos comprometendo rapidamente a imagem da empresa com seus clientes, funcionários e fornecedores. Um cenário de desmotivação com prejuízos à qualidade, andamento de projetos, confiança entre outros.


A imagem da empresa perante a sociedade influi bastante na escolha do cliente em negociar ou não com ela. Uma empresa de imagem venerável sempre atrairá mais clientes. É indubitável que o cliente identifica como valor agregado, o modo como a empresa assume sua responsabilidade moral e social, ou seja, a maneira como trata e se preocupa com os seus empregados, seja quanto à sua segurança, às relações pessoais, às condições de trabalho ou à qualidade de vida.


Concluímos que o investimento na segurança do colaborador trás mais benefícios à empresa, e agrega valor à sua imagem diante do mercado e a sociedade como um todo.


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quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Sistema trilhos rígidos x Sistemas de cabo de aço - Você sabe a diferença desses sistemas?



Primeiramente, vamos entender cada uma dessas soluções.

 O que é o sistema de trilho rígido para carga e descarga?



O trilho rígido é um dispositivo de ancoragem empregado em linhas de vida rígida horizontal permanente, onde a linha da ancoragem permite um desvio de até 15° do plano horizontal em qualquer ponto de sua trajetória. O trilho rígido é utilizado através de um trole que serve como ponto de ancoragem para fixação de trava queda retrátil. Esse sistema proporciona maior segurança ao usuário, pois, permite que este fique conectado à linha de vida a todo tempo durante a execução de seu trabalho em um fator de queda próximo a zero. Nosso sistema de trilho rígido permite cobrir grandes distâncias entre seus apoios, pode ser reforçado e atingir uma distância de mais ou menos 10 metros. Além disso, é possível conectar mais de um colaborador simultaneamente dependo do projeto.




 




 O que é o sistema de linha de vida de cabo de aço para carga e descarga?




É um dispositivo de ancoragem empregado em linha de vida flexível horizontal permanente onde assim como no sistema de trilho, a linha de ancoragem não se desloca do plano horizontal por mais que 15° de uma extremidade à outra. Sua utilização também é feita por meio de um trole que permite a conexão à linha através de  trava queda retrátil. Na maioria dos casos, nos sistemas de carga e descarga de cabo de aço o usuário precisa se desconectar para passar de um ponto a outro da linha. Ao se desconectar da linha, o trabalhador pode ficar exposto a riscos de segurança. Mas, em alguns casos, similarmente ao sistema de trilho, o sistema de cabo aço permite que o usuário permaneça conectado ao sistema interruptamente durante a execução do trabalho.









  Por que a Dois Dez considera o sistema de trilho rígido mais eficiente que o sistema de cabo de aço?  


1.       Impacto por queda:



A ocorrência de uma queda gera forças de impacto de em torno de 6kN ao dispositivo de ancoragem e provoca uma flecha vertical. No caso do sistema de linha de vida de cabo de aço, quando acontece uma queda as forças repassadas para as extremidades da linha são pelo menos 300% maiores, dependendo da tensão do cabo. Ou seja, cada extremidade da linha é submetida à uma força de pelo menos 18 kN, mas, se a tensão do cabo não for adequada, as forças de impacto geradas podem ser ainda superiores. Além disso, se existir “barriga” entre os vãos da linha, maiores serão as chances de o colaborador se chocar com algum objeto próximo durante a queda, como por exemplo, a lateral do caminhão. 

As forças geradas na queda provocam flechas horizontais que causam deformação nos pontos de fixação da linha. Nas linhas instaladas nas tesouras de telhados, o estrago pode ser maior. Pois, estas não foram projetadas para receber forças horizontais.  Após sofrer uma queda, o cabo de aço será esmagado e esforçado ao limite, ele e todos os componentes da linha deverão ser removidos de serviço e substituídos.





Em caso de queda durante a utilização do sistema de trilho rígido, a direção da força exercida  será vertical, e se dissipará ao longo do trilho. A estrutura onde o trilho está fixado não sofrerá danos. O trilho deverá ser retirado de uso e inspecionado por profissional habilitado, mas, diferente do sistema de cabo de aço, ele poderá ser liberado para utilização caso o profissional assim determine, sem que seja necessária sua substituição. Neste caso, apenas o trava queda deverá ser substituído.


Além disso, se o sistema de cabo de aço for utilizado por mais de uma pessoa simultaneamente e uma delas sofre uma queda, a outra sofrerá um impacto decorrente desta. Por outro lado, no sistema de trilho rígido, em um mesmo cenário, o outro colaborador não será afetado pela queda, permanecendo estável e com proteção contínua.

 2.      Zona Livre de Queda



A zona livre de queda (ZLQ) é a distância mínima aferida a partir do ponto de conexão com o dispositivo de ancoragem até o obstáculo mais próximo (ex. chão).
O sistema de cabo de aço é flexível, quando ocorre uma queda o cabo é alongado verticalmente, conforme a Figura 1. Para cálculo da ZLQ deverá ser considerada a distância de frenagem e a distância de extensão do trava queda para o obstáculo mais próximo, que totalizará cerca de 1,5 metros, em média. Na figura 1, é possível visualizar que no percurso da queda existe a possibilidade do trabalhador se chocar com obstáculos, o que o expõe a risco grave.
No sistema de trilho rígido, quando ocorre uma queda, a estrutura do sistema não sofre nenhum tipo de deformação. Desse modo, a ZLQ deverá ser calculada considerando  apenas a distância de extensão do trava queda para o obstáculo mais próximo. Portanto, está deverá ser inferior a ZLQ do sistema de cabo de aço. Veja o exemplo na Figura 2 abaixo.









3.      Utilização dos sistemas


Outro fator que deve comparação entre ambos os sistemas é a exposição do trole. No sistema de cabo de aço a instalação do trole é externa. Desse modo, é muito comum que o equipamento fique exposto a condições e ambientes desfavoráveis à sua boa conservação. Condições estas que podem afetar o seu bom funcionamento, como por exemplo, tornar deficiente o deslizamento do equipamento pelo cabo. No sistema de trilho rígido, o trole pode ser instalado na parte interna do trilho. Desta maneira, o trole fica menos exposto e melhor protegido contra ambientes e condições que possam ser nocivas à manutenção de sua integridade e bom funcionamento, o que prolonga sua vida útil.

Ainda, durante a utilização do sistema de cabo de aço, o trava queda tende a correr para o centro da linha de vida. A força lateral permanente causada pelo trava queda, exige maior esforço do colaborador para se manter estável, e causa desconforto durante a execução do trabalho. Da mesma maneira, manobras de conexão e transferência entre os pontos intermediários da linha de vida de cabo de aço também dificultam o trabalho do usuário.

O sistema de trilho, facilita o trabalho e proporciona maior conforto ao colaborador. Pois, não são necessárias manobras de transferências, o usuário permanece conectado ao trilho sem precisar se desconectar para passar de um trecho ao outro, o trava queda desliza facilmente através do trilho e se mantém em um ponto diretamente acima do trabalhador, sem exercer força lateral sobre ele.









4.      Conclusão


Por experiência própria, sabemos que muitas vezes a dificuldade em executar os trabalhos em altura faz com que o colaborador use o sistema da maneira incorreta ou até mesmo não o utilize. O sistema de cabo de aço está se tornando cada vez mais obsoleto, devido às vantagens que o sistema de trilho rígido proporciona. Financeiramente falando, o sistema de trilho rígido é considerado mais caro que o sistema de cabo de aço. Mas, a longo prazo, quando colocamos na equação a durabilidade dos sistemas, o trilho rígido oferece maior vantagem econômica, pois comparado ao sistema de cabo de aço, possui vida útil maior, não precisa ser trocado após uma queda, e ainda, principalmente, garante ao trabalhador, melhor usabilidade, mais segurança e ganho em produtividade.






quinta-feira, 11 de agosto de 2016

VOCÊ SABE COMO FUNCIONA O FATOR DE QUEDA?


O fator de queda mensura o grau do impacto proporcional a uma queda. Trata-se da relação entre a distância da queda e o comprimento do Talabarte ou a corda disponível para repartir a força choque da queda.

A Fator de queda pode ser calculada através do da equação abaixo:


FQ=Altura da queda / Comprimento da corda do sistema


FATOR DE QUEDA = 0 a 0,5

Pontos de Ancoragem acima do usuário minimizam o comprimento e o impacto da queda.

• É obrigatório o uso de Absorvedores de Impacto em talabartes de CONTENÇÃO DE QUEDAS.

• Em talabartes de RESTRIÇÃO DE QUEDAS, menor que 0,9 cm, não é obrigatório a utilização de Absorvedor de Impacto.





FATOR DE QUEDA = 1

• O impacto é proporcional ao comprimento do equipamento de proteção de queda.

• Obrigatório o uso de Absorvedores de Impacto.





FATOR DE QUEDA = 2
• Obrigatório o uso de Absorvedores de Impacto.
• O fator de queda igual a 2 é o limite máximo de impacto suportado pelo equipamento e pelo corpo. CUIDADO!!




quinta-feira, 28 de julho de 2016

VOCÊ SABE SE O TELHADO DA SUA EMPRESA É TÃO SEGURO AO ACESSO QUANTO DEVERIA SER?






Usualmente, no dia-a-dia das empresas é necessário realizar alguma atividade que envolva acessar o telhado. E você sabe se o telhado da sua empresa é tão seguro ao acesso quanto deveria ser?

Primeiramente, é necessário estabelecer os motivos e as situações nas quais o trabalhador precisa, imprescindivelmente, acessar o telhado. Na maioria dos casos o acesso ao telhado resulta da demanda por manutenção, limpeza, instalação, ou até mesmo uma fiscalização de rotina.

É importante destacar que esse tipo de atividade submete o profissional ao risco de queda. Para te ajudar a compreender melhor o risco ao qual os profissionais que trabalham em altura estão expostos, vamos abordar os dois tipos de telhados mais encontrados no Brasil, são eles os galpões industriais e prédios comerciais.


GALPÕES INDUSTRIAIS


O trabalhador, ao acessar a cobertura dos galpões industriais, encontra diversos obstáculos que o expõe ao risco de queda, como por exemplo: iluminação zenital, claraboias, exaustores eólicos, telhas de fibrocimento, amianto, plásticas ou de cerâmica, entre outros.

 O perigo existe, pois, tais estruturas não foram projetadas para sustentar a aplicação carga sob elas. Portanto, quando trabalhando próximo ou acima desse tipo de superfície frágil, o colaborador está sujeito a sofrer uma queda através dessas estruturas, devido ao rompimento das mesmas.


Existe ainda, em todos os tipos de telhados dos galpões industriais, o risco de queda perimetral. No entanto, alguns telhados apresentam maior probabilidade de queda em seu perímetro do que outros, pois, possuem angulações maiores, como por exemplo, os telhados abaulados. 





É importante observarmos que o acesso ao telhado dos galpões pode ser feito por meio de escada marinheiro. Essas escadas também apresentam risco de queda ao trabalhador ao ascendê-las ou descendê-las.




PRÉDIOS COMERCIAIS




Os telhados dos prédios comerciais, geralmente, são feitos de lajes de concreto. Essas estruturas têm maior capacidade de suportar carga, sendo assim, o trabalhador não corre o risco cair através do telhado. No entanto, ainda existe perigo de queda perimetral e no acesso ao telhado durante a ascensão ou descensão em escadas marinheiro.







SOLUÇÕES PARA OS RISCOS DE QUEDA

Antes de focarmos em cada risco, especificamente, que já identificamos, gostaríamos de deixar claro que é essencial que qualquer pessoa que trabalhe, em geral, à uma altura de 2 (dois) metros ou mais, acima de um nível inferior, com um lado ou borda desprotegida deve utilizar sistemas e equipamentos para retenção de queda. Logo, é fundamental que o telhado possua algum tipo de sistema de proteção de queda permanente, como por exemplo uma linha de vida ou pontos de ancoragem. Desse modo, o profissional poderá se deslocar para qualquer área da cobertura de maneira segura.

No entanto, alertamos que sempre que possível é imprescindível evitar a exposição do trabalhador ao risco de queda.

O profissional que fará o acesso ao telhado deve ser capacitado e estar apto para o trabalho em altura. Além disso, deve utilizar sempre os equipamentos de proteção individual adequados e certificados para tal atividade.




RISCO DE QUEDA ATRAVÉS DE ESTRUTURAS E SUPERFÍCIES FRÁGEIS DO TELHADO COMO CLARABOIAS E ILUMINAÇÃO ZENITAIS

Considerando que já exista um sistema de proteção de queda permanente no telhado, a solução mais indicada para evitar acidentes graves caso ocorra uma queda através dessas estruturas é a utilização simultânea da ancoragem permanente com um sistema de linha de vida móvel. O sistema móvel permite que o profissional se ancore à linha de vida permanente e possa desempenhar sua função com maior mobilidade e segurança. Como indica a imagem abaixo:




RISCO DE QUEDA ATRAVÉS DE TELHADOS FRÁGEIS

Como já vimos anteriormente telhados ondulados que possuem telhas de fibrocimento, amianto, plástica ou cerâmica, não suportam a aplicação de grandes cargas sob eles. Quando for necessária a realização de alguma atividade que envolva o acesso ao telhado, os fabricantes desses tipos de telhas advertem que o trabalhador não pise diretamente sob a telha para evitar a concentração de peso em um único ponto, o que poderia ocasionar o rompimento da mesma. 

Desse modo, para evitar o risco de queda através da estrutura do telhado, aconselha-se a utilização de passarelas, além do sistema de linha de vida permanente. As passarelas têm como função distribuir melhor o peso do trabalhador pelas ondulações da estrutura.






RISCO DE QUEDA PERIMETRAL


O risco de queda pelo perímetro do telhado existe tanto nos galpões industriais quanto nos prédios comerciais. O risco origina da necessidade de acessar os extremos do perímetro do prédio, por exemplo, para limpeza das calhas, fachadas, instalações, entre outros. A solução mais adequada e segura para essas situações é instalação e utilização de um sistema de linha de vida permanente para proteção de queda por todo o perímetro do telhado. Ainda, para a execução de algumas atividades como manutenção de fachadas, serviço de pinturas, etc. podem ser utilizados olhais de ancoragem fixados nas estruturas de concreto do prédio.

Porém, sempre vale ressaltar que para garantir a segurança dos trabalhadores que utilizarão estas ancoragens prediais, é importante certificar-se que os pontos de ancoragem atendem as exigências da Normas Regulamentadoras e legislações vigentes (ABNT NBR 16325-1, NR 35 e NR 18). Além disso, todos os dispositivos de ancoragem devem ser submetidos e aprovados para uso em laudo técnico, através do ensaio individual de arrancagem estática, realizado com um equipamento hidráulico calibrado.
















RISCO DE QUEDA NA ASCENSÃO E DESCENSÃO EM ESCADAS MARINHEIRO

Para proteger o profissional em caso de queda durante a ascensão ou descensão em escada marinheiro é imprescindível que a escada possua um sistema de linha de vida vertical, na qual o trabalhador permaneça conectado ininterruptamente.
Veja o exemplo abaixo:







Faça a sua parte para separar as pessoas dos perigos e manter uma área de trabalho segura.


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